É tentar usar uma ferramenta complexa sem um processo claro.
Você abre o Google Ads e encontra campanhas, objetivos, palavras-chave, correspondências, orçamentos, ativos, conversões e termos de pesquisa. Cada botão parece importante, e qualquer escolha errada pode gerar a sensação de que o seu dinheiro está desaparecendo sem que você entenda o motivo.
Ao mesmo tempo, existe um receio legítimo: como divulgar o trabalho psicológico sem transformar a profissão em uma comunicação apelativa ou contrariar as orientações de publicidade profissional?
Essa combinação de dificuldade técnica, medo de desperdício e insegurança profissional faz muitos psicólogos desistirem antes mesmo de criar a primeira campanha — ou anunciarem sem saber exatamente o que está acontecendo.
Enquanto isso, continuam dependentes apenas de indicações, convênios, plataformas ou da obrigação de produzir conteúdo constantemente nas redes sociais.